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De cabeça e na memória: os gols mais inesquecíveis em bola aérea da história das Copas

Apostar na Copa do Mundo: a Copa do Mundo está chegando e aqui no blog da KTO, nós somos apaixonados pela maior competição de futebol do universo. Até o início oficial em novembro, vamos relembrar momentos que marcaram época. Hoje, vamos falar de gols de cabeça inesquecíveis. O clima já é de Copa por aqui, então vem com a gente!

Para a maioria das coisas da vida, é importante usar a cabeça. Até mesmo no futebol, esporte praticado majoritariamente com os pés, saber usá-la é duplamente crucial. Seja para pensar o jogo, ou para acertar as bolas que sobrevoam os gramados.

Existe golaço de cabeça. Tem gente que ainda questiona, mas uma bola áerea bem concluída tem a sua beleza única. Triste ficamos por quem não consegue apreciar o momento de subida do atleta ao segundo, terceiro andar, até desferir um poderoso golpe com a testa.

Na Copa do Mundo, a cabeça já decidiu títulos. Quando ela, a Copa, voltou ao Brasil em 2014, um holandês voador foi responsável pelo gol mais lembrado da edição e, adivinhe só, ele usou a cabeça.

Vamos viajar pelas linhas áereas dos cruzamentos na área e relembrar os gols mais marcantes feitos com a cabeça na história da maior competição de seleções do futebol.  Aproveite a lista com a gente e lembre de usar a cabeça quando for apostar na Copa do Mundo; vai que o seu “Marcar um gol a qualquer momento” ao apostar na Copa do Mundo seja feito na bola aérea. 😉

Sem cair a coroa: a cabeçada do Rei em 1970

Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, é considerado o maior jogador de futebol de todos os tempos. Bom em todos os fundamentos, não era diferente do esperado quando a bola era alçada na área. De cabeça, Pelé era letal.

Chamado de Rei, poderia ser que a coroa o atrapalhasse, mas o majestoso camisa 10 do Brasil provou em 1970 que não tinha problemas em marcar usando a testa. Naquele ano, o primeiro gol nasceu da “cuca” de Pelé.

A Copa do Mundo no México foi a primeira oportunidade de ver a transmissão pela televisão com cores. Um prazer verde e amarelo que os brasileiros puderam ter quando, aos 19 minutos, no Estádio Azteca, Pelé recebeu cruzamento pelo lado esquerdo e finalizou de cabeça para o fundo das redes.

O gol de Pelé foi apenas o começo. A Itália chegou até a empatar o jogo no primeiro tempo. No segundo, contudo, brilhou a estrela da então bicampeã que marcou mais três vezes e venceu o jogo por 4×1.

Por cima, do Baixo. Romário mostrou que altura não importa

Se você vai apostar na Copa do Mundo, lembre-se que tamanho não é documento! Em 1994, a Suécia foi surpreendida pelo gol de cabeça do “baixinho” Romário. A partida valia a classificação para a final do evento com sede nos Estados Unidos. 

Conhecida por ser uma seleção de muito vigor físico, os suecos têm uma média de altura bastante elevada, sendo a bola aérea uma das suas principais valências. Só que o atacante de 1,67m do Brasil provou que não só a altura é importante no jogo aéreo.

Sabendo se posicionar no local exato, Romário recebeu cruzamento de Jorginho e testou forte para baixo, fazendo o único gol da partida. O goleirão Thomas Ravelli nada pôde fazer, além de reclamar da sua zaga por permitir o tento do baixinho.

Bierhoff fez o que se esperava dele. E foi bonito!

Naturalmente, os gols de cabeça têm maior expectativa de acontecer quando vemos aqueles centroavantes grandalhões dentro da área. Em 1998, na Copa do Mundo disputada na França, a Alemanha tinha o atacante Oliver Bierhoff de 1,92m de altura.

Nas oitavas de final, um grande jogo contra o México foi decidido na bola área. O México saiu na frente com Luis Hernández e a Alemanha empatou com Klinsmann, assim permanecendo o placar em 1×1 até o minuto 86’.

Perto do final do jogo, as probabilidades se confirmaram. Quando a bola foi alçada na área, o grandalhão Bierhoff ganhou do marcador e fez um belo gol de cabeça. Belo apenas, não, incrível. Um testaço tão forte no ângulo do goleiro que pareceu até um chute para o gol.

Jogava com a cabeça e de cabeça: Zinedine Zidane

Um é bom, dois é melhor? Para os brasileiros em 1998, com certeza não. Falamos que gols de cabeça já decidiram edições de Copa do Mundo, e o que dizer da disputada na França, quando os donos da casa o fizeram por duas vezes. 

Na ocasião, Zinedine Zidane, craque francês, marcou de cabeça duas vezes em cobranças de escanteio. O jogador que não era forte no jogo aéreo, acabou conseguindo balançar a rede por em jogadas semelhantes na grande final.

Em entrevista ao jornal L’Equipe, da França, Zidane relembrou orientação para fazer gols de cabeça no Brasil. O meia contou que o técnico Aimé Jacquet estudou dois jogadores baixos da Seleção Brasileira (Roberto Carlos e Leonardo) e imaginou que Zizou poderia usar dessa vantagem a favor dos franceses. E deu muito certo.

Não poderia faltar o especialista: Jared Borgetti

Fazer gols de cabeça é uma especialidade de atacantes seletos. E se tem um jogador que tem o nome diretamente ligado a esse tipo de gol, o nome dele é Jared Borgetti.

Um dos jogadores mais importantes da história do futebol mexicano, Borgetti tinha muito talento para executar as cabeçadas. A altura de 1,84m não era tão imponente frente aos zagueiros, mas a capacidade de executar movimentos, sim.

Na Copa do Mundo de 2002, disputada na Coreia do Sul e no Japão, o México tinha pela frente a poderosa Itália. Em jogo válido pela fase de grupos, os mexicanos atacavam pelo lado esquerdo quando o cruzamento foi feito ainda da intermediária. 

Depois disso, tudo é magia. Borgetti correu em direção a bola, que tinha como rumo as placas de publicidade. Na sua frente, Paolo Maldini, um dos maiores zagueiros que já pisou neste planeta e, no gol, simplesmente Gianluigi Buffon.

Borgetti, de costas para o gol, fez um movimento rápido com o pescoço enquanto girava e procurava o canto oposto da jogada. Maldini na saudade e Buffon fora da fotografia. Até o redator confessa que se impressionou vendo o replay.

O holandês voador

Falando em gols impressionantes, eu aposto com você que ao clicar nesse link você pensou nele: o gol de Robin Van Persie durante a Copa do Mundo de 2014. Durante o torneio disputado no Brasil, a Holanda teve um começo arrasador. 

Naquele que foi o melhor jogo dos holandeses dentro da competição, com uma vitória elástica por 5×1 contra a Espanha, Van Persie fez um gol de Puskas. Após um lançamento longo que veio da faixa central do gramado, mas bem próximo à lateral, Van Persie perseguiu a bola com olhos de águia e voou quase na risca do pênalti, em um peixinho sensacional.

Muitos apelidaram o gol de holandês voador – o que é auto explicativo. Com o gol, Van Persie concorreu ao Prêmio Puskas daquele ano, mas acabou não levando para casa o troféu, que ficou com o colombiano James Rodríguez.

Relembre: Concorrendo ao Puskas, golaço do holandês Van Persie

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Texto por Ricardo Santos. Gosto de escrever, esportes e jogos. Acho que é por isso que eu tô aqui. Na pelada, sempre corto pra direita. Mas quando menos se espera, eu corto pra esquerda, e bato de letra, porque meu pé esquerdo é horrível. Lebronzete e com saudade dos jogadores de futebol dos anos 2000.

A gente quer te lembrar de uma coisa importante: a KTO é um lugar para quem tem mais de 18 anos se entreter e aproveitar momentos de descontração e alegria. Se você ainda é menor, ou se o jogo não está tão divertido assim no momento, deixe para voltar mais tarde.

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